O Japão admitiu ter manipulado as notas dos exames de admissão durante mais de uma década, com o objectivo de não deixar as mulheres entrarem em, pelo menos, nove universidades de medicina. Manipularam as notas dos exames de admissão para limitar ou excluir mulheres.
Quiseram limitar o número de mulheres de maneira a nunca ultrapassar os 30% do total de candidatos. Para esse fim, adulteraram as notas dos exames das raparigas baixando-lhes em 20% e, para garantir que os homens lhes passavam mesmo à frente, davam-lhes 20 pontos a mais, mesmo que isso implicasse dar positiva a notas negativas. Só não subiam a nota aos rapazes que tinham reprovado mais de 4 vezes.
Portanto, no Japão, preferiam ter médicos burros a ter mulheres.
No ano a seguir a isso ter sido desmascarado -2019-, as mulheres a entrar em medicina foram mais de 50% dos candidatos.
O argumento para estas fraudes foi o de as mulheres terem filhos.
É à conta de medidas destas contra as mulheres que as mulheres não querem ter filhos e o Japão está em crise demográfica profunda.
É por isto que os homens não precisam de quotas. As quotas masculinas são o sistema a funcionar normalmente.
Claro que o grande problema do mundo é o feminismo.
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