Uma jornalista escreveu, na sua coluna de opinião, um artigo sobre Charlie Kirk que não agradou aos novos donos MAGA do jornal Washington Post. Foi liminarmente despedida. Em vez de pôr-se aos gritos em plataformas de idiotas, pôs o jornal em tribunal e acaba de ganhar o caso. O jornal não tinha fundamentos para despedi-la e é obrigado a reintegrá-la. É triste ver um jornal com tantos pergaminhos na defesa da liberdade de expressão e do jornalismo de investigação a adoptar práticas que costumava criticar e denunciar. Os jornalistas queixam-se de não terem clientes mas eles são os seus próprios coveiros.
Washington Post obrigado a readmitir colunista despedida
Um árbitro ordenou que o jornal readmitisse Karen Attiah, que foi despedida após publicar um artigo sobre «homens brancos que defendem o ódio e a violência» na sequência do assassinato de Charlie Kirk.As observações da Sra. Attiah sobre o assassinato do Sr. Kirk, que publicou na rede social Bluesky a 10 de setembro, no dia em que ele foi baleado, surgiram em resposta à onda de pesar que se seguiu ao tiroteio. «Recusar-me a rasgar as minhas roupas e a espalhar cinzas no rosto, num luto encenado por um homem branco que defendia a violência, é… diferente de violência», escreveu a Sra. Attiah numa das publicações. www.nytimes

Violência é violência. Se amanhã alguém der um tiro no Francisco Louçã, não irei ao funeral nem teceria loas à sua figura, mas condenaria sempre e sem hesitações o ato.
ReplyDeleteEla não valorizou a violência de maneira nenhuma, apenas disse que não ia chorar por ele porque ele não era um tipo decente. Talvez não se lembre mas quando o assassinaram houve cenas ridículas de exaltação do carácter do homem como se fosse uma pessoa extraordinária, de tal maneira que em todos os programas de TV se sentiram obrigados a fazer o seu elogio fúnebre e ninguém teve coragem de dizer que ele era um tipo que violento, que advogava a violência, racista e machista até à 5ª casa. E ela disse - foi por isso que foi despedida.
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