July 12, 2026

Gente violenta, cruel e perigosa que a esquerda importou para o Ocidente

 

Uma investigação publicada pelo principal jornal australiano, «The Australian», revela que o pessoal médico pró-palestina do país agride fisicamente, causa dor deliberadamente e nega tratamento médico e analgésicos aos doentes judeus. 

De acordo com a reportagem, desde 7 de Outubro que os doentes judeus temem pela sua vida e saúde e ocultam a sua identidade por receio de receberem tratamento hostil, politizado ou de má qualidade, que possa pôr em risco as suas vidas. https://www.theaustralian.com.au/

A investigação, baseada em testemunhos de mais de 30 médicos, enfermeiros, parteiras e profissionais de saúde, apresenta casos graves de discriminação deliberada e tratamento hostil motivados por uma agenda política. Os doentes testemunharam que, enquanto recebiam cuidados médicos, os membros da equipa gritavam-lhes slogans e comentários como Free Palestine.

Num dos casos mais graves, uma doente judia, filha de um sobrevivente do Holocausto, afirmou que membros do pessoal pró-palestinianos tentaram repetidamente colocar-lhe cateteres intravenosos, contrariando o protocolo, causando-lhe dores intensas e hematomas, e que tal prática cessou imediatamente assim que os profissionais de saúde foram substituídos. 

Outro testemunho chocante, prestado por uma parteira, descreveu uma mãe judia que foi deixada durante horas sem analgésicos após uma cesariana, deitada numa poça de sangue enquanto o seu bebé chorava ao seu lado, devido ao tratamento discriminatório.

Para além dos danos causados aos doentes, a investigação revela um ambiente hostil de assédio, boicotes e ataques verbais contra médicos e estudantes de medicina judeus. 

O clima anti-Israel chegou mesmo a levar ao cancelamento de uma conferência internacional sobre traumatologia em Perth, apenas porque estava previsto que um professor israelita, antigo director médico das Forças de Defesa de Israel (IDF), desse uma palestra sobre métodos de salvamento durante bombardeamentos e ataques a tiro.

O artigo está a ser publicado num contexto de controvérsia jurídica em torno de duas enfermeiras de Sydney que foram filmadas a afirmar que não tratariam israelitas e a ameaçar matá-los caso estes fossem ao seu hospital. Apesar da gravidade das imagens, um tribunal australiano rejeitou recentemente o vídeo como prova por motivos relacionados com as leis locais sobre escutas e gravações.

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