Os nossos antepassados construíram nações livres, derrotaram a tirania, fizeram avançar a ciência e o espírito científico, derrotaram doenças aterradoras que pareciam eternas, estabeleceram o Estado de Direito, criaram prosperidade numa escala que durante toda a História não parecia ser possível, evoluíram no conhecimento a uma escala nunca vista, criaram uma Carta de compromissos de Direitos Humanos para que a Humanidade tivesse um chão comum de civilização, as mulheres conseguiram, com o apoio de muitos homens, ascender a uma vida livre de escravidão, social e religiosa, baixaram o nível de violência das sociedades, fomentaram a civilidade e o respeito, a tolerância e o diálogo, os direitos dos cidadãos. Temos Parlamentos em vez de ditadura e imposição. Criaram instituições que se controlam umas às outras para que haja justiça. Fizeram-no com perfeição? Não. Não há civilizações perfeitas, totalmente livres de violência, de injustiças e de abusos de poder. Houve muitas guerras, muitos atropelos aos Direitos Humanos mas conseguiu para si e espalhou pelo planeta o ideal da liberdade, da democracia, da indústria que trouxe o bem-estar a tantos, da educação universal e do princípio de que todos os indivíduos devem ser iguais perante a lei.
No entanto, dizem-nos agora que esta história foi extraordinariamente perversa, que a nossa herança é ilegítima e que a nossa cultura não merece ser preservada, que temos de pedir desculpa a outros cuja história é tão violenta ou muito mais violenta que a nossa, sem nunca se terem reformado ou admitido culpa, como nós fizemos e fazemos, sem terem contribuído para o avanço da humanidade em nenhum campo há mais de mil anos, a não ser o do dogmatismo violento e teocrático. Dizem-nos que não podemos ensinar a História sem constante recriminação e negação da nossa cultura. Se falas na Expansão tens que acrescentar logo a seguir que és um racista esclavagista e tens a culpa original. Que todos os outros são vítimas. Dizem-nos que temos de importar milhões de pessoas de culturas das 'vítimas', culturas retrógradas, violentas, que exigem a submissão das mulheres, a pedofilia, o fim da liberdade, a submissão de todos à religião sob pena de morte. Pessoas cujo objectivo de vida é a destruição de tudo o que conseguimos, de todos os valores que nos definem, enquanto nações livres, democráticas e em busca da justiça social.
No entanto, dizem-nos agora que esta história foi extraordinariamente perversa, que a nossa herança é ilegítima e que a nossa cultura não merece ser preservada, que temos de pedir desculpa a outros cuja história é tão violenta ou muito mais violenta que a nossa, sem nunca se terem reformado ou admitido culpa, como nós fizemos e fazemos, sem terem contribuído para o avanço da humanidade em nenhum campo há mais de mil anos, a não ser o do dogmatismo violento e teocrático. Dizem-nos que não podemos ensinar a História sem constante recriminação e negação da nossa cultura. Se falas na Expansão tens que acrescentar logo a seguir que és um racista esclavagista e tens a culpa original. Que todos os outros são vítimas. Dizem-nos que temos de importar milhões de pessoas de culturas das 'vítimas', culturas retrógradas, violentas, que exigem a submissão das mulheres, a pedofilia, o fim da liberdade, a submissão de todos à religião sob pena de morte. Pessoas cujo objectivo de vida é a destruição de tudo o que conseguimos, de todos os valores que nos definem, enquanto nações livres, democráticas e em busca da justiça social.
Esta loucura suicida já fez surgir extremistas da direita a fundar uma versão de religião cristã ainda mais retrógrada com missas em latim (para o povo depender dos líderes) e obrigação das mulheres se cobrirem - sempre o desejo de violência contra as mulheres.
Precisamos de pessoas decentes e de bom senso que pensem para lá do imediato e levantem a voz e usem a sua agência para defender a nossa civilização da extrema-esquerda cobarde que à maneira de Putin, mais depressa vê o seu país a arder do que reconhece o erro, tal é o medo que lhes chamem não-progressistas, racistas ou islamofóbicos, essa palavra inventada para impedir a discussão lúcida e amedrontar os cobardes.
Em Portugal, pensava eu que tínhamos espaço para prevenir esta loucura, mas agora sabemos que os islamitas não são 30 mil como nos disse Costa, mas sim 300 mil. Pelo menos 200 mil são ilegais. Não irregulares como a extrema-esquerda gosta de dizer para parecer que a legalidade é um mero pormenor: ilegais, quer dizer, contra a lei. Muçulmanos individuais são uma coisa diferente do islamismo em massas de centenas de milhar. Olhe-se para todas as civilizações canibalizadas por essa ideologia-religião-cultura: do Afeganistão ao Egipto, da Índia à Síria. Olhe-se para a Palestina. É só destruição, opressão e culto da morte.
É preciso coragem moral em vez de medo dos canceladores, dos ditadores de opinião e dos extremistas, de direita e de esquerda.
🚨ISLAMIZED DEARBORN: THE POLICE FORCE IS BEING TAKEN OVER
— Amy Mek (@AmyMek) June 29, 2026
Dearborn Muslim Police Chief Issa Shahin stands proudly in front of a Lebanese flag and openly boasts about transforming his department.
He praises his “Arab American” police force, now 45% Arab (up from just 3%).
He… https://t.co/WbU83BEPcc pic.twitter.com/JY49xtF9g0
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