“Christianity is not the creed of Asia and Africa at this moment solely because the seventh-century Christians of Asia and Africa had trained themselves not to fight, whereas the Moslems were trained to fight. Christianity was saved in Europe solely because the peoples of Europe fought. If the peoples of Europe had not possessed a military equality with, and gradually a growing superiority over, the Mohammedans who invaded Europe, Europe would at this moment be Mohammedan and the Christian religion would be exterminated. Wherever the Mohammedans have had complete sway, wherever the Christians have been unable to resist them by the sword, Christianity has ultimately disappeared. From the hammer of Charles Martel to the sword of Sobieski, Christianity owed its safety in Europe to the fact that it was able to show that it could and would fight as well as the Mohammedan aggressor. The civilization of Europe, America, and Australia exists today at all only because of the victories of civilized man over the enemies of civilization.”
— Teddy Roosevelt
«O cristianismo não é, neste momento, a religião dominante na Ásia e na África porque os cristãos da Ásia e da África do século VII se tinham habituado a não lutar, ao passo que os muçulmanos foram treinados para lutar. O cristianismo foi salvo na Europa apenas porque os povos da Europa lutaram. Se os povos da Europa não tivessem possuído uma igualdade militar com os muçulmanos que invadiram a Europa — e, gradualmente, uma superioridade crescente sobre eles —, a Europa seria agora muçulmana e a religião cristã teria sido exterminada. Onde quer que os muçulmanos tenham exercido domínio total, onde quer que os cristãos tenham sido incapazes de lhes resistir pela espada, o cristianismo acabou por desaparecer. Desde o martelo de Carlos Martel até à espada de Sobieski, o cristianismo deveu a sua segurança na Europa ao facto de ter sido capaz de demonstrar que podia e iria lutar tão bem quanto o agressor muçulmano. A civilização da Europa, da América e da Austrália só existe hoje em dia graças às vitórias do homem civilizado sobre os inimigos da civilização.»
(estamos outra vez neste momento, mas duplamente, pois enfrentamos dois poderes incivilizados: a Rússia e a Irmandade Muçulmana)
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