Os professores antes e depois de 2015 eram os mesmos, mas as políticas de João Costa de passar todos sem investir paralelamente na qualidade do ensino (pelo contrário, aconselhava muitos afectos e impunha burocracias inúteis), deu nisto. Ademais a sua prioridade parecia ser hostilizar professores de todas as maneiras e feitios. Agora como é que se reverte a situação sem professores? Agora é tarde. Pior que ele só mesmo a Rodrigues, mas um e outra parecem muito orgulhosos da destruição que fizeram.
Portugal ainda não cumpre na totalidade nenhum dos objectivos de desenvolvimento da ONU
Público
Novo relatório do INE revela avanços sólidos na energia, água e inovação, mas retrocessos preocupantes na educação, igualdade de género e protecção dos oceanos
Na educação, o desempenho é “globalmente desfavorável”: apenas 44,4% dos indicadores registaram evolução positiva e 33,3% pioraram. O dado mais preocupante vem do programa PISA: a proporção de alunos com competências mínimas em leitura caiu de 82,8% em 2015 para 76,8% em 2022, e em matemática de 76,2% para 70,2%. O INE aponta ainda fragilidades nas infra-estruturas tecnológicas das escolas.
O contraste com os avanços nas taxas de conclusão — 96,1% no ensino básico e 90,4% no secundário em 2023/2024 — e na universalização do pré-escolar revela um sistema que inclui mais alunos, mas que não consegue garantir que todos aprendam com a mesma qualidade.
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