Uma escola preparada para crianças com necessidades especiais é o ideal mas custa caro. Talvez algumas crianças dessas possam estar preparadas para estar numa turma regular, tendo um acompanhante especializado em permanência que trabalhe com elas -cegos (amblíopes), com algum tipo de paralisia, etc.- mas a maioria, sobretudo se os seus problemas são mais profundos, postos em turmas regulares, não conseguem integrar-se e são um prejuízo para todos, porque a integração não é uma questão de vontade ou boa vontade, é uma questão de desadequação das suas capacidades aos padrões curriculares. O que é bom e tem qualidade custa dinheiro e isso também se aplica à educação, nomeadamente à educação de crianças com necessidades especiais.
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