Esta audição deste vídeo é sobre pedofilia e passa-se nos EUA, mas sabemos que a internet da pornografia não tem fronteiras e que as crianças começam logo a vê-la aos 10 anos de idade. Não que a procurem, mas porque ela vem ter com eles, nas redes sociais - e por cá, até nas festas de estudantes nas escolas.
Já se pensou bem nisto? Um rapaz, anos antes de beijar uma rapariga pela primeira vez, já viu outras como ela a serem espancadas, penetradas por gangs de homens, com sexo anal, estrangulamento, etc. Que tipo de relação vai ter com a sua namorada? O que pensa ser normal fazer-lhe? O que pensa que será normal ela prestar-se a fazer?
A Inglaterra acaba de proibir a pornografia extrema. Teve logo muitas vozes críticas a falar em liberdade de expressão. Ora, espancar raparigas e mulheres, violar, humilhar sexualmente, estrangular, etc., são crimes punidos por lei. Porém, se for na pornografia passam a ser arte e liberdade de expressão?
Por cá, há pais que pensam que não dar acesso aos filhos a redes sociais, onde este lixo todo aparece, é cortar-lhes a liberdade. Liberdade de quê? De verem pedofilia em forma de porno? Violações em forma de porno? Estrangulamentos sexuais?
This is the inevitable result of unrestricted access to pornography.
— Diana Alastair💚🤍💜 ⚢ ❌❌ (@sappholives83) March 5, 2026
Law enforcement simply does not have the resources to deal with this epidemic.
Every single dot represents the sexual abuse of at least one child.
pic.twitter.com/z7NUv7yF84
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