Como diz Onfray, o Natal acontece quando a luz desaparece, como uma mensagem de esperança. Tal como o azevinho que se mantém verde e florido no Inverno despido e escuro, o Natal é uma luz de esperança no meio da desesperança. Não temos que acreditar na ressurreição de pessoas ou que uma mulher virgem teve um filho, etc., para acreditarmos que pode haver esperança de luz nos piores momentos de escuridão e celebrarmos o Natal como um símbolo de paz. Isto vem a propósito dos islamitas em França querem acabar com os presépios e com o Natal por ser haram na sua cultura. Querem a sharia? Emigrem para os países onde ela é lei.
Michel Onfray, philosophe, sur le symbole de la crèche : «Tous ces gens qui veulent faire disparaître la crèche sont des incultes», dans #FaceaMichelOnfray pic.twitter.com/RtiV5olPcE
— CNEWS (@CNEWS) December 6, 2025
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