Líderes islâmicos em Portugal.
Este líder islâmico diz que somos obrigados a dar-lhes a liberdade religiosa de forçarem as crianças e raparigas a andar vestidas com sacos de batata para eles, os machos, não terem a tentação de crimes de depravação sexual. [líderes islâmicos defendem publicamente que os homens do islão não devem mudar as fraldas às filhas bebés para não terem a tentação de as violar].
Portanto, estes homens islamitas da notícia exigem a liberdade de poderem tirar às raparigas a liberdade de se vestirem sem a imposição islâmica. Em que é que isto difere da coleira do escravo?
Desde quando cabe às crianças e raparigas menores assumir responsabilidade pelas agressões sexuais dos homens?
A lei da sharia, em todos os seus artigos que se substituem às leis do nosso país e que violam os direitos humanos, devia ser proibida. Somos um país de leis seculares e não uma teocracia totalitária.
Penso que devia ser proibido obrigar as raparigas menores a usar o hijab. Não lhes cabe a elas assumir a responsabilidade pelas agressões sexuais dos machos islâmicos. Se aos 18 anos quiserem pôr hijab, então ok. Antes disso não é escolha livre, é escravidão sexual por oferte de uma ideologia misógina e totalitária.
Burqas: “Se é uma coisa sobre cara e rosto, por questões de segurança, faz sentido”, dizem muçulmanos
A comunidade irá respeitar as leis aprovadas, mas salientou que a prática religiosa deve ser livre.
Contudo, se a lei "impõe regras de vestir" para as mulheres muçulmanas, Rana Taslim Uddin alertou que isso pode constituir uma violação da lei islâmica.
As normas religiosas impõem "uma prática de não mostrar as formas femininas", com uso de "roupas largas" e isso é algo que todos os muçulmanos vão querer manter, avisou.
Burqas: “Se é uma coisa sobre cara e rosto, por questões de segurança, faz sentido”, dizem muçulmanos
A comunidade irá respeitar as leis aprovadas, mas salientou que a prática religiosa deve ser livre.
Contudo, se a lei "impõe regras de vestir" para as mulheres muçulmanas, Rana Taslim Uddin alertou que isso pode constituir uma violação da lei islâmica.
As normas religiosas impõem "uma prática de não mostrar as formas femininas", com uso de "roupas largas" e isso é algo que todos os muçulmanos vão querer manter, avisou.
Público
uma iraniana depois de escolher não usar o hijab
Viva A Liberdade Do Islão!

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