Merkele queria, em 2021, 7 anos após a invasão da Crimeia, conversar com Putin. Negociar, diz ela. O que andou a fazer durante os 7 anos entre 2014 e 2021? Ah, espera! Andou a fazer acordos entusiásticos com Putin para o Nord Stream 2.
E, evidentemente, não lhe interessava que os Bálticos apoiassem a Ucrânia contra Putin em caso de invasão, porque isso punha em causa o gás e petróleo à borla - como pôs.
Porquê em 21? Não sei, mas calculo que soubesse já da invasão de 2022, dado que era íntima de russos e alemães pró-russos (ela foi educada como soviética na Alemanha de Leste).
O que quereria negociar com Putin? O que seria o negócio? Hum... deixa adivinhar... propôr à Ucrânia que desse as partes ocupadas a Putin em troca do 'favor' de não serem invadidos.
Merkele quer limpar o seu passado de amizade com bandidos com lixívia, mas há-de ficar para a História como a grande facilitadora da invasão de Putin, por razões mesquinhas de petróleo e gás a preço da chuva.
Merkel estava entre os mediadores dos acordos de Minsk de 2014 e 2015, que congelaram o conflito na região de Donbas, na Ucrânia. Ela disse ao canal húngaro do Youtube Partizan, em 3 de outubro, que havia proposto que os membros da UE concordassem com um novo formato para negociar com a Rússia em 2021, antes da invasão russa em grande escala em 2022.
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