Neste cenário de Dezembro de 2025, as repúblicas atuam como «líderes», inicialmente negociando bilateralmente, mas o desespero do inverno (temperaturas congelantes, motins por comida) leva à formação de uniões formais até a primavera de 2026. As previsões assumem: (1) A autossuficiência como critério central — os novos Estados precisam de recursos equilibrados (energia + alimentos + água + portos/minerais) para resistir às sanções/isolamento; (2) A proximidade e os laços culturais reduzem os custos de integração; (3) A dissolução acelera-se se a ajuda federal falhar (por exemplo, colapso do regime de Putin); (4) Uniões menores (2-5 repúblicas) formam-se primeiro para maior agilidade, evitando sobrecarga. Restos federais maiores (por exemplo, Moscovo + oblasts centrais) não são considerados aqui, pois o foco está nas alianças republicanas.
Prevejo 5-6 novos estados soberanos emergindo dessas simbioses, cobrindo ~60% das repúblicas. Cada um deles é projectado para ter cerca de 80% de autossuficiência: por exemplo, mais de 50% de energia doméstica, fontes diversificadas de alimentos, fronteiras defensáveis. Probabilidades baseadas na adequação de recursos (alta = 80%+ de chance), logística e movimentos históricos de autonomia (por exemplo, o impulso pela independência do Tartaristão na década de 1990).
DecodingTrolls


No comments:
Post a Comment