September 29, 2025

A burka e o hijab não são direitos de religião, são sinais de submissão a mentalidades teocráticas

 

A teocracia é incompatível com as sociedades democráticas, livres e respeitadoras dos Direitos Humanos, nomeadamente a igualdade de todos perante a lei. 

A burka não é uma manifestação religiosa, como por exemplo, certas freiras que vestem um hábito por escolha, dado que, se estas freiras não usarem o hábito, não são castigadas, presas, torturadas, violadas e até mortas, como acontece às raparigas e mulheres que desobedecem à escravatura islamita religiosa. 

Terem de tapar a cara não é uma escolha, é uma imposição. No Irão e outros países islamitas, todos os dias as mulheres vão presas por desobedecerem a essa lei dos homens muçulmanos de não poderem mostrar o cabelo ou a cara. Algumas são violadas e mortas por isso.

A burka é uma canibalização da liberdade das mulheres. Nem me passa pela cabeça que Portugal aprove estes sinais de extrema violência contra as mulheres e apagamento social das mulheres e da sua liberdade.

Usar burka ou outro pano a tapar a cara, para além de constituir um risco para a segurança de todos, é como usar uma coleira de escravo. Pessoalmente, nem concebo que uma aluna estivesse numa aula camuflada, sem se saber ao certo quem é a pessoa que ali está e constituindo um exemplo negativo do tratamento a que certos homens fanáticos religiosos obrigam as mulheres. 

Este tipo de comportamento é incompatível com os Direitos Humanos e as nossas sociedades democráticas e tolerar a escravatura religiosa não é sinal de tolerância religiosa mas de indigência mental.

França, Suíça, Áustria, Bélgica, Bulgária e Dinamarca, já proibiram  andar com a cara tapada. Não consta que sejam países anti-democráticos. Em França é proibido entrar nas escolas de cara tapada. É um perigo, dada a violência crescente nas escolas. As escolas não têm policiamento. Mandar as filhas cobrirem-se é uma maneira dos pais islamitas promoveram a não integração social das filhas nas sociedades democráticas e manterem o islão como comunidade de pressão social às liberdades ocidentais. Os imãs nas mesquitas nem sequer o escondem. 

As nossas sociedades são seculares, não são teocráticas. 

Gostava que deixassem de entrar imigrantes islamitas no país. São pessoas de uma cultura que despreza e escraviza mulheres, acham positivo a violação das europeias, não têm respeito nem tolerância pelos Direitos Humanos, desprezam a liberdade das sociedades ocidentais e obedecem cegamente a um livro totalitário de ódio e de morte.

Agora que Portugal reconheceu o terrorismo do Hamas como um Estado, vamos ter terroristas do Hamas a fundarem aqui embaixadas? A radicalizarem os islamitas que já cá estão? A normalizarem o uso da faca, da decapitação, da violação de mulheres? Da lei da sharia? Da pedofilia islâmica? Vamos ter que os ouvir nas TVs a defendem as crendices, as imoralidades e abominações islamitas?

Como é que dizia Ataturk, o fundador da Turquia? "O Islão, essa teologia absurda de um beduíno imoral".


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