Havia imigração de muitos países e, apesar de sempre ter havido casos de racismo e um racismo económico que leva muito tempo a modificar, o multiculturalismo, em geral, corria bem. Corria bem nos EUA, no Canadá e nos países europeus em geral. Até chegar a imigração em massa de islamitas. Foi aí que tudo começou a correr mal. E não, não se trata de uma cultura com 'outros valores diferentes dos nossos'. Trata-se de uma cultura cujos valores violam grosseiramente todos os princípios da Carta das Nações Unidas e da Carta dos Direitos Humanos - que os mesmos assinaram. As culturas serem relativas não significa que sejam todas equivalentes e válidas. Defender que essa cultura teocrática islamita é apenas 'uma outra cultura com outros valores' é o mesmo que defender que os esclavagista americanos eram apenas 'uma outra cultura com outros valores' ou que o nazismo era apenas, 'uma outra cultura com outros valores. Aliás, é fácil de fazer a prova de que o multiculturalismo resulta, o que não resulta é o islamismo, que não não é capaz, ele mesmo, de multiculturalismo. Retirem-se daqui os islamitas radicais, os que pregam a morte dos ocidentais, os que praticam a barbárie da sharia, a escravatura das mulheres e a submissão do ocidente ao Islão e depois veremos se o multiculturalismo não volta a existir pacificamente. Vivemos todos no mesmo planeta e já não é possível que uns não afectem os outros, de maneira que culturas que apostam na violência, na invasão dos países alheios, na conversões religiosas forçadas, na total desvalorização da vida dos outros seres humanos, ou porque não são homens ou porque não são adoradores duma divindade inventada por um guerreiro que se auto-intitulou profeta, ou que simplesmente apostam na destruição dos outros, não podem ter tolerância da parte das pessoas que tentam construir um mundo de diálogo, de lei e ordem e não de violência, fanatismo e morte. E se JMT não percebe isso é muito mais parvo do que parece.
E também não é verdade que, se os grupos que atacam forem brancos ninguém se revolta ou refere que são brancos. É ao contrário: se forem islamitas ou ciganos, os jornais e as TVs escondem e dizem, 'um grupo de jovens ou uma família', etc. Sendo brancos, identificam-nos logo como sendo da extrema-direita ou do Chega ou islamofóbicos, etc.
Este artigo de JMT é burriciego, como se diz na gíria taurina.
O multiculturalismo morreu. Já é hora de assumirmos isso
JMT
A extrema-direita recebe de braços abertos todos os que se cansaram da suposta necessidade de fazerem autocrítica pela sua alegada xenofobia.
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