David Munir: “Há uns anos orgulhava-me de dizer que não havia islamofobia em Portugal. Hoje não posso dizer a mesma coisa”
David Munir foi alvo de insultos racistas no 10 de Junho. Autoridades apontam clima mais agressivo de neonazis e extrema-direita, sobretudo nas redes sociais. Actor agredido já está em casa.
Público
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Talvez seja desatenção da minha parte, mas não me lembro de as autoridades islamitas do país condenarem a barbárie do 7 de Outubro em Israel; condenarem os comportamentos de violência e misoginía dos seus adeptos muçulmanos em vários países europeus; ou de impedirem que os seguidores se apoderem de partes da cidade como enclaves da sua propriedade, sabe-se lá se com tribunais paralelos de sharia a funcionar.
Portanto, e que tal sermos honestos, senhor Munir? Onde está a sua acção de integração destas pessoas na nossa sociedade? Não há nenhum medo irracional de islamitas, há um receio prudente, fundado nas evidências do que é a religião islâmica, no modo como defende os seus adeptos violentos, nas suas práticas de submissão do outro, na sua recusa de integração ou de respeito pelos valores democráticos e laicos de uma sociedade de direito e não de lei religiosa. Em todas as sociedades em que se implantou canibalizou a cultura do povo e substitui-a por teocracia e violência.
Os islamitas são os incels da religião, com a diferença que em relação aos incels, sabemos que são pessoas perigosas e perturbadas e que a sua vitimização é doentia, mas em relação aos comportamentos dos islamitas aceita-se o seu argumento de vítimização como válido e normaliza-se a sua violência.
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