June 11, 2025

E que tal sermos honestos, senhor Munir?

 


David Munir: “Há uns anos orgulhava-me de dizer que não havia islamofobia em Portugal. Hoje não posso dizer a mesma coisa”

David Munir foi alvo de insultos racistas no 10 de Junho. Autoridades apontam clima mais agressivo de neonazis e extrema-direita, sobretudo nas redes sociais. Actor agredido já está em casa.

Público

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Há uns anos não tínhamos aqui afegãos a violar e matar mulheres; há uns anos não tínhamos aqui zonas de Lisboa que são autênticos enclaves islâmicos onde nenhum português se atreve a entrar e onde praças e ruas são obstruídas por islamitas que fazem questão de rezar na via pública como demonstração de poder; há uns anos não tínhamos vilas inteiras no Alentejo com mais de 50% de islamitas, onde as raparigas e as mulheres já não podem andar na rua livremente - aqui há tempos foi notícia um islâmico do Hindustão de 37 anos ter perseguido uma rapariga entrando na escola dela, em Leira, até à casa-de-banho onde ela se refugiou porque viu-a e entendeu que tinha de fazer sexo com ela; há uns anos não tínhamos escolas com 20 ou até 40 nacionalidades a fazer exigências; há uns anos não tínhamos alunos islamitas a exigirem sair das aulas quando querem para ir rezar e a terem espaços próprios para a sua religião, como se as escolas fossem madrassas.

Talvez seja desatenção da minha parte, mas não me lembro de as autoridades islamitas do país condenarem a barbárie do 7 de Outubro em Israel; condenarem os comportamentos de violência e misoginía dos seus adeptos muçulmanos em vários países europeus; ou de impedirem que os seguidores se apoderem de partes da cidade como enclaves da sua propriedade, sabe-se lá se com tribunais paralelos de sharia a funcionar. 

Portanto, e que tal sermos honestos, senhor Munir? Onde está a sua acção de integração destas pessoas na nossa sociedade? Não há nenhum medo irracional de islamitas, há um receio prudente, fundado nas evidências do que é a religião islâmica, no modo como defende os seus adeptos violentos, nas suas práticas de submissão do outro, na sua recusa de integração ou de respeito pelos valores democráticos e laicos de uma sociedade de direito e não de lei religiosa. Em todas as sociedades em que se implantou canibalizou a cultura do povo e substitui-a por teocracia e violência.

Os islamitas são os incels da religião, com a diferença que em relação aos incels, sabemos que são pessoas perigosas e perturbadas e que a sua vitimização é doentia, mas em relação aos comportamentos dos islamitas aceita-se o seu argumento de vítimização como válido e normaliza-se a sua violência.

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