Percebo onde o Primeiro Ministro polaco quer chegar. Mas será difícil. Dinheiro e armas ainda enviam embora comecem a esmorecer. Mas isso não chega, é preciso enviar soldados porque sem infantaria pouco se consegue. Mas os europeus não estão para aí virados. Acredito que haja um pequeno número de europeus que, como a Dra Beatriz, se poderiam oferecer como voluntários ou que poderiam tentar convencer filhos, familiares e amigos a oferecerem-se. Mas não acredito que se vá por aí que seria a única via (arriscando uma guerra mundial) com hipótese de derrotar a Rússia. Imagine o que seria se Portugal restabelecesse o serviço militar obrigatório e...ainda por cima... com a ideia de enviar os soldados para a Ucrânia. O mesmo nos outros países, incluindo os Estados Unidos. Sem infantaria no terreno não vão lá, acredite.
Não acredito nesse pressuposto porque a realidade mostra o oposto: apenas com os seus soldados e sem armas equivalentes às dos russos que possam destruir alvos militares na Rússia, só com armas de defesa antigas, mesmo assim impediram os russos, um exército com centenas de milhares de homens , de atingir, um único dos objectivos a que se propunham quando invadiram a Ucrânia. Durante os dias de Agosto em que os ucranianos tiveram 2 ATACMS dos EUA infligiram uma enorme derrota aos russos. O que muda esta guerra não é soldados no terrenos, mas os ucranianos terem armas para atingir os russos na Rússia.
"A doutrina militar?" Estou a suspeitar (admito que posso estar a laborar em erro) que a Dra Beatriz nunca participou numa guerra nem andou por perto. Que feliz
"nunca bebi veneno" Fez muito bem. Nem pense em experienciar. "Se só conhece o que experienciou..." Penso que com isto quer significar que não tenho grande cultura nem muito conhecimento. Com isso estou (para meu desgosto) inteiramente de acordo. Só tenho opiniões e nunca sei se estão certas.
Quero dizer que se tivéssemos apenas o conhecimento das nossas experiências directas seríamos muito fechados, dogmáticos e limitados. Não sabe se estão certas porque não está para se chatear a sujeitá-las a escrutínio.
Percebo onde o Primeiro Ministro polaco quer chegar. Mas será difícil. Dinheiro e armas ainda enviam embora comecem a esmorecer. Mas isso não chega, é preciso enviar soldados porque sem infantaria pouco se consegue. Mas os europeus não estão para aí virados. Acredito que haja um pequeno número de europeus que, como a Dra Beatriz, se poderiam oferecer como voluntários ou que poderiam tentar convencer filhos, familiares e amigos a oferecerem-se. Mas não acredito que se vá por aí que seria a única via (arriscando uma guerra mundial) com hipótese de derrotar a Rússia. Imagine o que seria se Portugal restabelecesse o serviço militar obrigatório e...ainda por cima... com a ideia de enviar os soldados para a Ucrânia. O mesmo nos outros países, incluindo os Estados Unidos. Sem infantaria no terreno não vão lá, acredite.
ReplyDeleteNão acredito nesse pressuposto porque a realidade mostra o oposto: apenas com os seus soldados e sem armas equivalentes às dos russos que possam destruir alvos militares na Rússia, só com armas de defesa antigas, mesmo assim impediram os russos, um exército com centenas de milhares de homens , de atingir, um único dos objectivos a que se propunham quando invadiram a Ucrânia. Durante os dias de Agosto em que os ucranianos tiveram 2 ATACMS dos EUA infligiram uma enorme derrota aos russos. O que muda esta guerra não é soldados no terrenos, mas os ucranianos terem armas para atingir os russos na Rússia.
DeleteE assim nos livramos de vermos os nossos filhos a morrerem. Infelizmente a doutrina militar não vê as coisas desse modo.
ReplyDeleteA doutrina militar?
Delete"A doutrina militar?"
ReplyDeleteEstou a suspeitar (admito que posso estar a laborar em erro) que a Dra Beatriz nunca participou numa guerra nem andou por perto. Que feliz
Também nunca bebi veneno e ainda há outras mil coisas que não fiz. Se só conhece o que experienciou, isso explica muita coisa.
Delete"nunca bebi veneno" Fez muito bem. Nem pense em experienciar.
ReplyDelete"Se só conhece o que experienciou..." Penso que com isto quer significar que não tenho grande cultura nem muito conhecimento. Com isso estou (para meu desgosto) inteiramente de acordo. Só tenho opiniões e nunca sei se estão certas.
Quero dizer que se tivéssemos apenas o conhecimento das nossas experiências directas seríamos muito fechados, dogmáticos e limitados.
DeleteNão sabe se estão certas porque não está para se chatear a sujeitá-las a escrutínio.
" não está para se chatear a sujeitá-las a escrutínio." Aqui errou. E de grande.
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