December 16, 2019

Notícias que não surpreendem




Com as desigualdades a crescer, os serviços públicos a colapsar ou a viver no fio da navalha e a insanidade em que se tornou o emprego, para quem o tem, as famílias perdem os recursos, os apoios e a capacidade de lidar com as adversidades quotidianas da vida. Os filhos não ficam imunes à degradação do contexto dos pais. Só no país do la la land em que vivem os políticos é que as famílias recuperaram rendimentos, os serviços funcionam e tudo vai pelo melhor.

Um em cada dez adolescentes sente-se triste todos os dias



Quase um em cada dez adolescentes portugueses diz sentir-se triste todos os dias e 5,9% tão tristes que não aguentam, 10% da população sofre de depressão e, em 2017, o suicídio foi responsável por 14 628 anos potenciais de vida perdidos. Na população mais velha, o risco aumenta e surgem as demências – Portugal é o quarto país da OCDE com mais casos. Faltam respostas no sistema de saúde, apoios aos cuidadores e prevenção, da gravidez à velhice.

6 comments:

  1. Eu nunca fui uma pessoa pessimista nem triste. Contudo , e à medida que vou ficando mais velha, começo a perder o entusiasmo....se calhar, vou melhorar quando me reformar porque, nessa altura, não tenho de trabalhar e poderei fazer o que realmente gosto!

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  2. Uma pessoa tem épocas más em que as coisas não entusiasmam, acho, mas no geral, não me parece que se deva esperar pela reforma para se fazer o que se gosta.

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  3. Totalmente de acordo. É triste só se fazer o que se gosta quando se chega a velho. Mas, por vezes, é assim!

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