Já tínhamos os fascistas de esquerda radical a canibalizar manifestações, agora temos fascistas de direita radical a canibalizar festivais. E os líderes que supostamente seriam do centro moderado são os altifalantes destes grupos.
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O festival neonazi realizado na Póvoa de Varzim foi monitorizado pela Polícia Judiciária (PJ), que ali sinalizou a presença de alemães proibidos de sair do país para participar em eventos de cariz xenófobo e racista, devido a condenações por crime de ódio.
Além dos alemães, a última edição do "Masters of the sea" ficou marcada pela participação de neonazis de outros países e pelo número recorde de participantes. Se, no evento do ano passado, na Maia, o número de supremacistas brancos não chegou aos 50, na Póvoa de Varzim foram cerca de 300.
O JN confirmou que as autoridades portuguesas mantiveram o festival promovido pelo grupo Blood&Honour sob constante monitorização e identificaram muitos dos participantes. Entre estes estiveram radicais alemães já condenados por crimes de ódio no país de origem e proibidos de sair da Alemanha para participar em eventos conotados com a extrema-direita, como o que aconteceu na Póvoa de Varzim.
O JN confirmou que as autoridades portuguesas mantiveram o festival promovido pelo grupo Blood&Honour sob constante monitorização e identificaram muitos dos participantes. Entre estes estiveram radicais alemães já condenados por crimes de ódio no país de origem e proibidos de sair da Alemanha para participar em eventos conotados com a extrema-direita, como o que aconteceu na Póvoa de Varzim.