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January 15, 2026

Coisas boas

 

January 12, 2026

Coisas boas - Associação Help UA.PT - Ukrainian Refugees UAPT



Mães e crianças ucranianas aterram em Lisboa para três semanas de recuperação em Portugal

Esta missão humanitária é organizada pela associação Help UA.PT - Ukrainian Refugees UAPT, que há um ano proporcionou também a chegada de um grupo de soldados ucranianos para reabilitação em Portugal.

"Enquanto ministra da Justiça, não posso deixar de sublinhar que este acolhimento é também uma afirmação de valor, porque a justiça não se esgota nos tribunais, a justiça também se vive na defesa dos direitos humanos, na proteção dos mais vulneráveis, na não normalização da violência sobre qualquer pessoa, principalmente sobre as crianças", declarou.

Considerando que esta missão humanitária "é um exemplo notável" de como a sociedade civil pode fazer a diferença e transformar vidas, Rita Alarcão Júdice reforçou que "o Governo português mantém um apoio firme e contínuo à Ucrânia, quer no plano humanitário, quer no plano político, e também no plano internacional".

O vice-presidente da associaçãoHelp UA.PT, Ângelo Neto, disse que há "quase um milhão de mães em estado de vulnerabilidade na Ucrânia", referindo que este projeto de reabilitação emocional e reintegração social de famílias afetadas pela guerra se iniciou no Reino Unido, que recebeu 400 famílias durante 2025, esperando que Portugal supere a meta de 500 famílias ucranianas apoiadas.

O grupo de ucranianos acolhido em Portugal foi escolhido pelo Ministério da Defesa da Ucrânia e é oriundo do norte da Ucrânia, numa região fronteiriça com a Rússia, assinalada no mapa como Chernihivska, adiantou Teresa Leal Coelho, referindo que é uma zona que "está sempre em alerta vermelho" por perigo de bombardeamentos e é onde há muitas vítimas, órfãos e viúvas de guerra. "A bravura corre-lhes no sangue. É impressionante como eles vivem em resiliência", expôs, contando que estas famílias ucranianas não querem sair da região onde vivem e "continuam com uma vida normal, apesar da guerra, apesar de passarem muitas noites em bunkers".

Expresso