25 anos depois, o ataque terrorista que matou mais de 3 mil pessoas de uma só vez, mais os que morreram da inalação dos fumos, foi enterrado pelos americanos nas sua novas amizades com os grupos islamitas responsáveis por estes actos. Há pouco tempo foi renomeado como um ataque de uns terroristas isolados que por acaso acabou por bater nas torres gémeas. Trump e a Europa são grandes amigos dos sauditas que os treinaram, da Irmandade Muçulmana, e dos seus herdeiros. A Europa louva os islamitas e importa-os aos milhões. Seria o mesmo que a Ucrânia, daqui a 25 ou 30 anos, importar russos aos milhões, louvar a sua cultura imperialista e terrorista e relativizar os seus mortos de guerra como um acidente isolado, já esquecido. Ainda há pouco tempo, quando perguntaram ao ex-Joulani do EI, agora presidente da Síria como foi a sua reacção no dia dos ataques de 11 de Setembro, ele sorriu e disse que ficou feliz tal como todo o mundo islâmico. As pessoas dizem o que são e o qual é o seu modo de pensar. Porque não se ouve?