A Arcebispa de Cantuária, a maior autoridade eclesiástica inglesa (a seguir ao rei) e a primeira mulher nesse cargo decidiu dar a um imã islamita, Ashrafi, o Prémio Hubert Walter para a Reconciliação e a Cooperação Inter-religiosa - no dia 11 de Setembro(!). Um homem que chamou a Bin Laden, a espada de Deus. O homem vinha acompanhado de duas uma mulheres de burka (uma delas com uma máscara preta para não parecer uma burka), esse instrumento de submissão das mulheres islâmicas, para marcar posição sobre a sharia que querem implementar em Inglaterra.
Uma mulher que serve de orientação para os cristãos anglicanos glorifica o islamismo que apoia o terrorismo, a sharia e as burkas. A Inglaterra está perdida.
Enfim, a polémica foi tal que teve de retirar o prémio.
Os líderes ingleses ainda não perceberam o que se passa do ponto de vista da população comum, da sua aversão a uma religião e cultura violentas e intolerantes, de dominação das mulheres pela violência e de recusa dos valores ingleses e que o seu extremismo a favor destes homens violentos e contra a própria população inglesa já não é suportável e está à beira de explodir. É como na Alemanha e na França. Depois admiram-se dos votos na extrema-direita.

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