O The BMJ, 'Jornal de Ética Médica', anteriormente chamado, British Medical Journal, uma publicação de prestígio internacional defende agora que a campanha contra a mutilação genital feminina é um exagero e que não se deve chamar mutilação (afinal, é o que fazem nas cirurgias trans às rapariguinhas a mando de médicos que parecem reencarnação de nazis) e que é até um ritual positivo e as culturas não devem criticar os hábitos culturais das outras. Visto do ponto de vista certo, tudo é bom e positivo e o que é prejudicial não é a mutilação genital feminina mas a luta contra a mutilação genital feminina. Isto é a nova-esquerda aliada aos islamitas radicais: uns e outros lutam pelo fim dos direitos e liberdades das mulheres sob pretexto de relativismo cultural e, pasme-se, virtude de respeito e tolerância.
Quando até os médicos se juntam para defender a virtude de fazer mal às raparigas (e rapazes) penso que isto já não tem volta atrás. Se hoje-em-dia tivesse um/a filho/a pequeno nos EUA ou Inglaterra, teria grande dificuldade em escolher uma escola e todos os dias, ao deixá-lo lá teria a impressão de ir deixá-lo nas mãos do inimigo: ou obrigam a rezar ao Deus evangélico ou obrigam a rezar à aliança trans-islamofascista.
Leia o nojo de artigo aqui: https://jme.bmj.com/content/early/2026/06/09/jme-2025-110961

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