Juíza da ONU condenada a prisão por manter empregada doméstica como escrava
Lydia Mugambe, de 50 anos, estava a fazer um doutoramento em Direito na Universidade de Oxford quando a polícia descobriu que tinha uma jovem ugandesa em sua casa a realizar trabalho não remunerado como empregada doméstica e ama.
Os procuradores afirmaram que o Sr. Mugerwa patrocinou o visto da vítima, sabendo que ela viria a trabalhar em condições de servidão para Mugambe.
Em troca, Mugambe prestaria assistência a Mugerwa num processo judicial distinto no Uganda, no qual este era arguido, segundo foi relatado ao tribunal.
O julgamento revelou que Mugambe pagou o voo da vítima e foi buscá-la ao aeroporto — mas a jovem acabou por se tornar escrava na casa do juiz em Kidlington, Oxfordshire.
Em troca, Mugambe prestaria assistência a Mugerwa num processo judicial distinto no Uganda, no qual este era arguido, segundo foi relatado ao tribunal.
O julgamento revelou que Mugambe pagou o voo da vítima e foi buscá-la ao aeroporto — mas a jovem acabou por se tornar escrava na casa do juiz em Kidlington, Oxfordshire.
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