May 23, 2026

Vê-se que há um novo (nova) líder na Câmara de Setúbal

 

O anterior Presidente fez quase nada. Mandou arranjar um túnel e umas lombas. Esta Presidente chegou e nota-se. Está a arranjar as infraestuturas da cidade ao nível de canos e cablagem e depois cobre-os com passadeiras para bicicletas e peões. Está a fazer uma grande obra social com dinheiros do PRR. Perto da minha escola, onde há vários quarteirões de grandes blocos de habitação social, absolutamente horríveis e de péssimas condições de habitabilidade, tirou de lá todas os moradores -milhares de pessoas-, pô-los em habitações temporárias num campo aí da cidade e mandou arranjar aqueles blocos de apartamentos desde canos, cabos, paredes, chão, janelas que agora são duplas, isolamento térmico, fachadas. Tudo. Foi uma reconstrução total que está agora no fim. Portanto, em menos de um ano refez completamente as casas e vai devolvê-las a seus donos, novas. Vou a pé para a escola de maneira que acompanhei a obra, desde que desmiolaram completamente os apartamentos até ao estado em que estão agora, já mesmo no fim. Disse-me o taxista que me trouxe agora do mercado que ela fez o mesmo no bairro da Bela Vista. Não sei o que mais está a fazer porque só sei o que vou vendo, mas agrada ver que há obra a ser feita. Setúbal é uma cidade muito degradada e com muita habitação de má qualidade herdade de anteriores Presidentes ignorantes e se calhar mais do que isso. Por isso, é bom ver que há uma Presidente dinâmica que faz obra sem ser só para inglês ver. Todos os políticos têm defeitos e cada vez mais aprecio aqueles que fazem obra a favor das pessoas, sobretudo dos que mais precisam, dos espaços públicos, dos serviços públicos, dos pequenos empreendedores. Esses são os que se diferenciam positivamente.


[a minha] "visão tinha raízes profundas e um vocabulário teológico, e falei-a fluentemente durante muito tempo"

 

Este é um artigo notável de um cristão evangélico conservador que durante muitos anos odiou Obama em nome de uma ideologia cristã evangélica e depois se tirou a si mesmo da Caverna. Neste ensaio, Shawn Connely faz uma desconstrução de si mesmo e do seu mapa mental religioso e moral até à descoberta da fonte do seu erro, que reconhece aqui, publicamente. Um homem que se 'des-cega' ou 'des-venda' é um acontecimento notável de autêntico renascimento. Poucos têm esta coragem. O ensaio é grande e não me apetece traduzir. Vale muito a pena lê-lo e perceber como funciona a mente profundamente dogmática que tem, como ele diz, o mapa errado para se guiar na realidade que não lhe corresponde.


I Was Wrong About Barack Obama

A confession, a reckoning, and a question I should have asked myself years ago

SHAWN PATRICK CONNELLY

 

Petição para Des-russificar o Conselho de Segurança da ONU

 


Assine: https://c.org/VrL88PP4v7


Talvez bastasse reconhecer a ilegalidade da presença da Rússia nas NU -e para isso basta apresentar documentos do tempo da fundação da organização- para lhe suspender o direito ao veto, pelo menos até que o processo da sua legalização fosse reavaliado e concluído.

Porque é que importa?

"1. Legalmente, a Rússia não é membro do Conselho de Segurança nem da ONU. Sendo o único país que não passou por um processo de admissão na ONU, a Rússia não tem direito a um lugar no Conselho de Segurança. O artigo 23.º da Carta das Nações Unidas afirma que a União Soviética ainda existe, enquanto a Rússia não é de todo mencionada. Por outras palavras, este artigo apenas confirma um lugar no Conselho de Segurança para a URSS, e não para a Rússia.

2. Por que isto é importante:

1. Sem o reconhecimento da presença ilegal da Rússia na ONU e, consequentemente, no Conselho de Segurança da ONU, a condenação dos criminosos de guerra russos, bem como as reparações e indemnizações à Ucrânia (mesmo no caso de uma mudança de regime na Rússia), dependerão da boa vontade da Rússia e não serão determinadas por um procedimento judicial legítimo.

2. A expulsão da Rússia da ONU e do Conselho de Segurança da ONU desbloqueará o trabalho do Conselho de Segurança da ONU, permitindo que a ONU se dedique à manutenção da paz, a sua principal função.

3. A Rússia está a perder cada vez mais as características de um Estado e a transformar-se num território controlado por várias forças paramilitares. 

É do interesse da Rússia (e do mundo) evitar uma guerra civil russa e a desintegração da Rússia em várias potências nucleares. A Rússia deve finalmente abandonar as suas ambições imperiais e tornar-se um país democrático baseado na prioridade dos direitos humanos. A melhor opção para tal é colocar a Federação Russa sob o sistema de tutela da ONU descrito no Capítulo 12 do Estatuto.

Exigimos que António Guterres e o DGACM da ONU apresentem documentos que comprovem a adesão da Federação Russa à ONU. Caso tais documentos não existam, exigimos o fim da adesão fictícia da Rússia à ONU.

A Rússia deve ser excluída da ONU. Depois de passar o seu tempo como país independente a travar guerras em países vizinhos, a Rússia viola diretamente o Artigo 4.º da Carta das Nações Unidas, que estabelece que apenas nações amantes da paz podem fazer parte da ONU. 

Para começar, a Rússia deve pôr fim à sua guerra agressiva na Ucrânia e regressar às suas fronteiras internacionalmente reconhecidas!

A exclusão da Rússia da ONU revogaria o poder de veto da Rússia, que, durante muitos anos, bloqueou resoluções pacíficas e, assim, paralisou as funções essenciais da ONU — a manutenção da paz e da segurança internacionais. A expulsão da Rússia da ONU será um passo significativo no sentido de restaurar a paz e a ordem na comunidade internacional. 

#unrussiaUN"

Temas para palestras universitárias no mundo islâmico

 

Na maioria dos países fazem-se palestras sobre como salvar o planeta das alterações climáticas, os custos da energia, alimentos geneticamente modificados, tratamento para o cancro, vacinas, cooperação internacional, a fome no mundo, o perigo das super-bactérias... enfim, modos de melhorar a vida das pessoas e do planeta. Já no mundo islâmico, as palestras têm como tema, como aproveitar o Ramadão para matar inimigos (inimigos são todos os seres humanos, não-muçulmanos), como apedrejar mulheres, como bater nas mulheres, como infiltrar-se nos países do ocidente para destruir infiéis e impor a sharia, como impor leis de pedofilia, etc. Conclusão: a Europa precisa imenso deste tipo de imigrantes com esta religião de paz para enriquecer a nossa cultura.


Quem pensa que Trump vai sair em 2028?

 

As milícias que tentaram o golpe de Estado às suas ordens no assalto ao Capitólio não só foram perdoadas como há agora um fundo -um saco azul- com 1.8 mil milhões de dólares de dinheiro dos contribuintes para os sustentar enquanto esperam por novas ordens dele para o próximo assalto. Entretanto Trump, que nomeou o seu advogado particular procurador da República para lhes arranjar uma amnistia de todos os crimes, disse publicamente que a lealdade à sua pessoa está acima da lei. E também conseguiu proibir que o investigassem em relação a crimes fiscais. Está a destruir, uma a uma, todas as instituições. Ou os americanos dão uma de húngaros já nestas eleições ou vai ser muito difícil tirá-lo de lá. A ele e à família dele. Um modo paralelo de o tirar de lá é não deixar cair os ficheiros Epstein e forçar a sua publicação integral. Trump é um manual de instruções para transformar um país respeitável, respeitado e forte numa Ndrangheta que manda pela chantagem e pela pistola. Trump lembra-me Goering. A mesma ganância, não só de poder mas de ouro e de tudo o que brilha, o mesmo desejo de causar inveja e de estar sempre no centro das atenções, o mesmo narcisismo balofo.


Russos ainda não percebendo os custos do imperialismo

 

Este exército de queixosos em pânico que inundou a internet a queixar-se da vida desde que a Ucrânia levou a guerra até às suas portas, ainda não percebeu que a situação em que estão se deve às agressões imperialistas do seu país e reduzem a questão à incompetência de Putin. Até agora não se queixavam da Rússia andar a destruir a Ucrânia gratuitamente, apenas para obter 'territórios ocupados'. Só dizem que, se Putin fosse competente tinham gasolina e territórios roubados. Os russos precisam de ser 'des-imperializados'.


Desde o início do ano a Ucrânia libertou 590 km2 do seu território

 

dos filósofos

 


«Achas que conto os dias? Resta apenas um dia, sempre a recomeçar: é-nos dado ao amanhecer e retirado ao anoitecer.»

— Jean-Paul Sartre

May 22, 2026

NGL

 

Mais uma aplicação para os adolescentes se maltratarem uns aos outros. E ninguém lhes veda o acesso a estas porcarias.


🎯

 


The oligarch cancer has metastasised and is eating the world alive

 

Sanções de longo alcance

 

Como dizer tudo sem abrir a boca

 


É triste ser cego por opção

 

O marxismo-leninismo, criado depois da morte de Lénine, albergou projectos políticos muito diversos e até antagónicos. Em Portugal, além do PCP, existiram entre 1964 e 1976 pelo menos 40 organizações que se reivindicavam marxistas-leninistas. Na própria URSS a mesma designação serviu para fundamentar o “socialismo num só país” de Estaline, a desestalinização de Khrushchev, apresentada como “regresso a Lénine”, e a Perestroika de Gorbachev, descrita como renovação leninista do socialismo.

A elasticidade do conceito permitiu ainda legitimar experiências tão distintas como o maoísmo, que deslocou o eixo revolucionário para o campesinato em sociedades semicoloniais, ou o titoísmo jugoslavo, que combinou socialismo, mecanismos de mercado e autogestão operária. Na China, no Vietname, em Cuba e noutros países, o marxismo-leninismo serviu aplicações nacionais muito diferentes.

A ideia de que a adaptação do comunismo aos “novos tempos” exigiria a rotura com essa identidade contradiz a conceção antidogmática defendida por Lénine. Em múltiplos textos, Lénine insistiu que a teoria de Marx não era um “dogma morto”, nem um mapa detalhado do futuro, mas um “guia para a acção”. Essa flexibilidade permitiu-lhe defender a participação de comunistas em parlamentos burgueses ou criar a NEP de 1921, que reintroduziu mercado, comércio privado e iniciativa camponesa na jovem URSS.

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O que têm em comum todos estes partidos e países que se identificam com o marxismo-leninismo? Serem ditaduras implacáveis, algumas imperialistas, coloniais, com milhões de presos políticos e de execuções de opositores políticos. 
Gorbachev é o único que não encaixa aqui porque a Perestroika e a Glasnost são uma aspiração a uma democracia com liberdade de expressão, transparência política, debate democrático... Ora isso não tem nada que ver com o Marxismo e muito menos com Lenine que foi o grande arquitecto dos julgamentos populares após a revolução de Outubro, da execuções em massa, da repressão brutal, da NKVD, dos assassinatos cirúrgicos para afastar a oposição e ficar com poder absoluto, da manipulação das imagens da história para aparecer como um herói.
Enfim, ainda hoje os comunistas têm em comum com Lenine a apologia do imperialismos de repressão brutal e colonialismo - AKA, Putin.
É triste ser cego por opção - ou se calhar não é cego, é só mentiroso ou cobarde. Passou toda a vida a defender um erro e agora voltar atrás seria perder a face e o emprego. Então, nega a realidade. Nisso, Carlos Brito foi um homem de coragem e não só abriu os olhos como assumiu o seu erro em ter apoiado uma ideologia que em todo o lado em que se impôs, mesmo que com interpretações diferentes, foi sempre desembocar na ditadura brutal e no sofrimento de milhões de pessoas.

💥 Blast from the past

 


🎯

 

Este raciocínio é idêntico ao dos ingleses

 


Os ingleses também recusaram 'desclassificar' os números da violência dos gangues islamitas contra as raparigas inglesas para evitar guerras culturais. O resultado foi terem exacerbado as guerras culturais e terem uma sociedade fracturada. Também aqui no rectângulo, os números da violência são deixados de fora dos relatórios que publicam, o que nos leva a pensar que a violência é muito mais grave do que nos dizer e o escondem para poderem manipular os números e os portugueses. Já passaram 50 anos do 25 de Abril, o que é um período de nojo suficiente. Desde quando os portugueses deram ao PS e PSD um mandato para esconder os dados históricos? Esconder dados históricos é falsear a história. 


Contra os “ajustes de contas”, PS e PSD opõem-se a desclassificar documentos da violência política

Socialistas e sociais-democratas recusam desclassificar documentos das FP-25 e de todo o período pós-25 de Abril para evitar “guerras culturais” e riscos de segurança nacional em matérias “sensíveis”.

Público


Taxas de crimes sexuais no RU

 

Estes são dados de 2023 das cadeias inglesas. A ideia de que os homens biológicos que se identificam com mulheres têm medo da violência de outros homens é capaz de ser largamente exagerada.



Portugal na Europa - acessibilidade das casas vs salário

 






EuroMaximalist


May 21, 2026

À atenção de Sines